Os 7 pecados capitais da medição de desempenho
28/09/2007 5:59 PM em HSM Management PodCasting, Edição 64
Neste HSM Management PodCasting, Henning von Koss, presidente da Bayer Material Science para a América Latina, afirma: “O que eu mais noto quando eu converso com as pessoas sobre métricas é que elas passam a ser o objetivo. Isto está errado.” Na verdade, diz ele, as métricas ajudam a chegar no objetivo e as empresas que têm sucesso conseguem fazer com que as métricas sejam vistas mais como uma ferramenta. Mais que isso, alega o executivo, fazem com que as pessoas participem da construção delas.




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Cleusa Migliorini diz:
A comunicação contÃnua é excencial para que um determinado processo seja concluÃdo com êxito. Concordo com Henning Von Koss quando ele fala que uma equipe inteira responde pelo sucesso de um processo, e que a preocupação deve ser “Como evitar e não buscar culpados que não leva a nada, aliás causa apenas desgaste e insatisfação.Concordo com ele quando fala das métricas serem flexÃveis, pois a cada momento tem-se um fato gerador diferente que exige uma medida diferente para atingir objetivos também diferentes.
12/10/2007 9:07 PM
Mônica Gadelha diz:
Concordo plenamente métrica é consequencia de um objetivo maior e não o objetivo..
21/11/2007 9:41 AM
Marcos de Sousa Rêgo diz:
Bom dia!
Ouvindo o PodCast com Henning Von Koss, vivenciei uma reunião dinânica em que tivemos de julgar as diversas reclamações dos colaboradores da empresa.
E o resultado foi que todos são culpados da situação atual que vivemos na empresa, e não só dpto. X,Y,Z…
Mais o que acontece é que nós,muias das vezes, não estamos alinhados com a visão estratégica da Cia, o que dá a impressão de não estarmos agregando valor ao negócio.
Já trabalhei em outra Cia que praticávamos o DMS DAILY,onde coletávamos as informações e discutÃamos soluções de problemas crônicos, que agregava um considerável aumento de produção.
Mas o que me frustava eram métricas individuais para ganhos de tÃketes alimentação onde estávamos agregando valores numéricos de resultado s à gerência, mas a realidade etava aquém disso. Consequentemente nascia uma frustção pessoal onde números divergiam de resultados práticos de segurança e performance de equipamentos; mas tÃnhameos que “PARECER SER” AQUILO.
Não entendia o porque de sermos ouvidos na Ãntegra em reuniões e o barco ir em sentido oposto.
Um certo dia fiz, propositalmente, uma experiência com meu cachorro (vira-lata): mostri-o a carne e amarrei-o, limitando-o a cheirá-la; o animal ficou fzendo de tudo pra comer a carne enquanto eu sorria… aproximei-a mas dele de forma que farejasse bem. Depois de quase 15 min. de martÃrio, o aminimal aquietou-se e então resolvi dar-he a carne. Mas ele não quis, mesmo eu esfregando a carne no seu focinho. Sem querer entendi que muitas das vezes era isso que me acontecia na organização… Você chega motivado… e lhe dão um horizonte novo… mas quando você começa a andar e percebe que pode correr, a corda limita-o a exercer o trabalho.
E acabam te martirizando por você não conseguir os resultados esperados…
Não dá pra fazer miagres.
Mas quanto a métricas, ah! temos de cumprir para: ou deixar outros satisfeitos e não sofrermos, ou ganharmos “bônus”.
Vivi algo lido em uma das edições da HSM, que falva…
a derrota dos outros, era minha vitória… ( ediçaõ que trazia a Cat, como: a máquina de resiliência) artigo que tratava do verdadeiro trabalho em equipe.
Isso era frustante! Então encorajei uma pessoa influente da nossaa equipe a pensar em ganha, ganha, e aà sim melhoramos alguns Ãtens de avaliação da métricas pessoais.
16/07/2008 11:43 AM